Um fato curioso, ou sobrenatural, acontece na cidade de Santa Leopoldina, no Espírito Santo, há quase 100 anos. Mais especificamente […]

Quinta Misteriosa: Túmulo de criança afogada em 1923 enche de água até hoje

Um fato curioso, ou sobrenatural, acontece na cidade de Santa Leopoldina, no Espírito Santo, há quase 100 anos. Mais especificamente no cemitério Campo Santo, onde está localizado o túmulo de Maria Gilda que desde de 1923 enche-se de água como um “milagre”.  Esta história é passada entre gerações e recentemente foi publicada na Gazeta Online. De acordo com o portal, muitas pessoas enfermas acreditam que a água encontrada no túmulo de Maria Gilda é milagrosa e tem poder de cura.

Cientificamente nunca foi realizado estudo aprofundado sobre o líquido.  O site da Prefeitura de Santa Leopoldina confirma a veracidade da vida e morte da menina, que faleceu quando estava sendo banhada em uma bacia, pela avó, Maria Zelinda Avancini. O órgão informa também que: “antigamente, muitas caravanas, de vários lugares do Brasil, vinham em romarias àquele túmulo, em busca de curas e muitos se dizem curados”.

Guia de turismo da região, Jefferson Rodrigues contou à Gazeta Online que, o curioso é que “o túmulo fica acima da terra, em uma barra de concreto”. “E como tem água? Muita gente fala que é o coveiro (quem coloca), mas seria uma tradição de muito tempo, se fosse verdade”, diz.  Mesmo em períodos de estiagem, há registros de que a sepultura continua jorrando água. Indícios que “comprovam as origens milagrosas” da água, ainda de acordo com a prefeitura, são devidos à avó da criança. “Informam os mais velhos moradores da cidade que Dona Maria fora a mulher mais caridosa que o município tivera e que seu sepultamento foi o mais concorrido dos já realizados na cidade”, relata.

Maria Gilda nasceu em 04 de setembro de 1922 e morreu menos de 5 meses depois, no dia 19 de janeiro de 1923. A Avó, Maria Zelinda Avancini, ao buscar uma toalha, teria deixado a criança sozinha em uma bacia e quando voltou Maria Gilda já estava morta.

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