O hábito de passar horas olhando para o celular já começa a deixar marcas visíveis — e não só no tempo de tela. Especialistas têm observado o aumento de rugas horizontais no pescoço, fenômeno conhecido como “tech neck”, associado à postura inclinada adotada durante o uso frequente de smartphones.
Embora o envelhecimento da pele seja um processo natural, dermatologistas apontam que a repetição constante desse movimento pode acentuar linhas precoces, especialmente entre pessoas mais jovens. A inclinação do pescoço, somada à perda gradual de colágeno, contribui para o surgimento e aprofundamento das marcas ao longo do tempo.
O tema ganhou força nas redes sociais e passou a movimentar o setor de estética. Marcas de cosméticos e clínicas especializadas têm investido em produtos e tratamentos voltados especificamente para a região do pescoço, incluindo cremes firmadores, terapias com luz e procedimentos dermatológicos mais avançados.
Apesar da crescente oferta de soluções, especialistas destacam que mudanças simples de hábito podem ajudar a prevenir o problema. Ajustar a altura do celular para o nível dos olhos, reduzir o tempo de uso contínuo e adotar cuidados básicos com a pele estão entre as recomendações para minimizar os efeitos do chamado “tech neck”.
(*) Texto produzido com base em informações Públicas.