Rússia – Imagens captadas por drones ucranianos revelaram cenas chocantes nas linhas de frente da guerra: soldados russos executando colegas […]

(Foto: Reprodução / Record News)

Soldados russos são flagrados executando companheiros feridos na guerra, dizem ucranianos

Rússia – Imagens captadas por drones ucranianos revelaram cenas chocantes nas linhas de frente da guerra: soldados russos executando colegas feridos no campo de batalha. A denúncia foi publicada pelo jornal alemão BILD e reforça registros semelhantes feitos desde 2024, apontando para uma prática recorrente diante da ausência de um sistema eficiente de evacuação médica no exército russo.

Em um dos vídeos recentes, um soldado russo ferido aparece em uma trincheira, ainda consciente. Outro militar se aproxima, o observa por breves segundos e, em seguida, o golpeia três vezes com a coronha do rifle até matá-lo. Outro caso registrado em junho de 2024 mostra três soldados russos sob ataque de um drone ucraniano. Um deles, ferido e inconsciente, é executado com um tiro na cabeça por um companheiro de farda. Episódios semelhantes teriam ocorrido também em outubro de 2024 e março de 2025.

O analista militar Julian Röpcke, do BILD, atribui essas execuções a uma estratégia deliberada das Forças Armadas da Rússia, que enviariam grupos de assalto ao front sem qualquer estrutura de resgate. Um soldado ucraniano que atua nas proximidades de Pokrovsk relatou ao jornal que os militares russos seguem em “missões de mão única” — e os que ficam feridos e não conseguem recuar por conta própria acabam sangrando até a morte ou sendo mortos por seus colegas.

A Diretoria Principal de Inteligência da Ucrânia divulgou ainda a gravação de uma comunicação por rádio, em que um comandante da 155ª Brigada de Fuzileiros Navais da Frota do Pacífico ordena a execução de um subordinado ferido.

As autoridades ucranianas afirmam que os registros comprovam o impacto da precariedade logística russa e revelam o nível extremo de pressão imposto aos soldados mobilizados no conflito.

(*) Com informações: Record News

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