Manaus – Alesson Pessoa Mota e Francisco de Almeida, réus pelo assassinato da técnica de enfermagem Viviane Costa de Castro, […]

(Foto: Divulgação)

Réus pela morte de técnica de enfermagem vão a júri popular em Manaus

Manaus – Alesson Pessoa Mota e Francisco de Almeida, réus pelo assassinato da técnica de enfermagem Viviane Costa de Castro, 28, serão julgados na quinta-feira (22), pela 2.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, no Forúm Henoch Reis. O crime aconteceu em 23 de maio de 2013, no bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus. Alesson é o ex-marido de Viviane e foi apontado como o mandante do crime.

A Ação Penal de Competência do Júri com o n.º 0217366-29.2013.8.04.0001 tramita na 2.ª Vara do Tribunal do Júri. O processo foi incluído na pauta do Programa Júri Eficiente e será julgado em plenário no dia 22 de maio de 2025. O julgamento inicia a partir das 8h30 desta quinta-feira (22).

No próximo dia 22 de maio de 2025, será realizado o julgamento dos acusados pela morte de Viviane Costa de Castro, jovem de 28 anos que foi brutalmente assassinada em 23 de maio de 2013, no bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus.

Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Amazonas (MP-AM), Viviane foi morta com quatro tiros enquanto estava dentro do seu carro, um Prisma Preto de placas OAF-1486, na avenida Timbiras, na Cidade Nova, zona norte.

A vítima estava indo para o trabalho, no Parque das Laranjeiras, zona centro-sul da cidade. Segunda a advogada da família da vítima, ela foi executada como se fosse uma simulação de latrocínio. Ao parar no semáforo, dois homens armados em uma motocicleta estacionaram ao lado do carro de Viviane.

Um dos executores, segundo consta nos autos, teria agido a mando de Alesson, que além de ex-marido de Viviane é também pai de uma das filhas da vítima, que na época do crime tinha apenas 2 anos. A técnica de enfermagem ainda era mãe de outra adolescente, que tinha 15 anos na ocasião do assassinato da mãe.

A defesa da família também indica que o ex-marido já tinha tentado matar Viviane em outra oportunidade no ano de 2012 pelo fato de não aceitar o fim do relacionamento.

A denúncia aponta duas qualificadoras: motivo torpe, caracterizado pelo desprezo à vida humana, e recurso que dificultou a defesa da vítima, surpreendida enquanto dirigia, sem possibilidade de reação.

Os acusados permanecem em liberdade e a família cobra Justiça já que o caso se arrasta há mais de 12 anos. “Queremos apenas justiça. Não é justo que um crime tão cruel e marcado por tanto sofrimento fique impune”, afirma Joana da Graça da Costa Souza, mãe da vítima e responsável pelas duas netas.

Fonte: D24am

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