O novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, afirmou nesta segunda-feira (20) que a investigação que levou a Procuradoria Geral […]
Novo diretor da Polícia Federal questiona PGR e minimiza denúncias contra Temer
O novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, afirmou nesta segunda-feira (20) que a investigação que levou a Procuradoria Geral da República (PGR) a denunciar o presidente da república, Michel Temer, poderia ter sido mais longa. Para ele, se a apuração estivesse “sob a égide” da PF, e não da PGR, a corporação pediria mais tempo para avaliar “se havia ou não corrupção”.nnPara o procurador Carlos Fernandes dos Santos Lima, integrante da força tarefa da ‘Lava Jato’, não cabe a Segovia emitir opinião sobre as denúncias na operação.n
Segovia afirmou ainda que “uma única mala talvez” seja insuficiente para comprovar se os investigados cometeram crime de corrupção.
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O diretor da PF se referia à mala com R$500 mil em dinheiro – supostamente propina – entregue em abril deste ano pelo executivo Ricardo Saud, do frigorífico JBS, para o então deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-MG).
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Ex-assessor e homem de confiança de Temer, Rocha Loures foi preso em razão do episódio. A suspeita da PGR na denúncia é de que Temer seria o destinatário final do dinheiro.
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“A gente acredita que, se fosse sob a égide da Polícia Federal, essa investigação teria que ter durado mais tempo, porque uma única mala talvez não desse toda a materialidade criminosa que a gente necessitaria para resolver se havia ou não crime e quem seriam os partícipes e se havia ou não corrupção”, comentou .
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