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O custo da cesta básica em julho diminuiu em 19 capitais brasileiras, incluindo Manaus que registrou queda de 3,46% quando comparada a junho. Com isso, a alimentação básica na capital do Amazonas custou R$ 355,17, o equivalente a 40,47% do salário mínimo líquido (após os descontos previdenciários), ou quase 82 horas mensais trabalhadas, segundo dados da PNCB-A (Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos) divulgados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), nessa segunda-feira (6).nnMesmo com a redução nos índices, a cesta básica ainda é um grande peso para o trabalhador de Manaus, explica o economista e supervisor técnico do Dieese, Inaldo Seixas. “O custo da cesta básica para o sustento de uma família de quatro pessoas (dois adultos e duas crianças, sendo que estas consomem o equivalente a um adulto) foi de R$ 1.065,51 durante o mês de julho de 2018”, disse.nnAssalariado precisou trabalhar quase 82 horas para comprara a cesta básicannEsse valor equivale a aproximadamente 1,12 vezes o salário mínimo bruto, fixado pelo governo federal em R$ 954,00. “No mês anterior, o custo da cesta básica para esta mesma família era maior e foi de R$ 1.103,67, 1,16 vezes o salário mínimo bruto”, afirma o economista.nnCesta básica e salário mínimonnPara quem recebe salário mínimo em Manaus, comprar a cesta básica em julho representou menos tempo trabalhado. “O trabalhador manauara cuja remuneração equivale ao salário mínimo precisou cumprir jornada de trabalho, em julho, de 81 horas e 55 minutos, menor do que em junho, 84 horas e 50 minutos. Em julho de 2017, a jornada para comprar os alimentos era ainda maior, chegando a 84 horas e 52 minutos”, comentou Seixas.nnCom base na cesta mais cara, que, em julho, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.nnEm julho de 2018, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.674,77, ou 3,85 vezes o salário mínimo nacional, de R$ 954,00. Em junho, tinha sido estimado em R$ 3.804,06, ou 3,99 vezes o piso mínimo do país. Em julho de 2017, o mínimo necessário era equivalente a R$ 3.810,36, ou 4,07 vezes o salário mínimo nacional daquele ano, correspondente a R$ 937,00.nn“Verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em julho, 42,84% do salário mínimo líquido para adquirir os mesmos produtos que, em junho, demandavam 44,43% e, em julho de 2017, 44,79%. Ainda assim, o salário mínimo está muito distante do ideal”, encerrou.nnItens mais caros: arroz e leitennEntre junho e julho de 2018, houve alta no valor médio de apenas três produtos: arroz agulhinha (4,54%), leite integral (4,35%) e carne bovina de primeira (0,15%). Outros oito apresentaram redução: banana (-9,90%), tomate (-8,01%), açúcar refinado (-7,28%), feijão carioquinha (-4,72%), farinha de mandioca (-4,27%), óleo de soja (-3,81%), manteiga (-3,25%) e café em pó (-2,46%). Não houve alteração no valor médio do pão francês (0,0%).nnEm 12 meses, cinco produtos tiveram alta acumulada: banana (8,49%), tomate (7,69%), leite integral (7,46%), pão francês (1,53%) e carne bovina de primeira (1,16%). Outros sete apresentaram redução: feijão carioquinha (-35,96%), açúcar refinado (-24,80%), arroz agulhinha (-15,38%), farinha de mandioca (-13,59%), café em pó (-12,85%), óleo de soja (-9,49%) e manteiga (-5,87%).nnSP teve a cesta mais carannA cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 437,42), seguida pela de Porto Alegre (R$ 435,02) e Rio de Janeiro (R$ 421,89). A alta foi verificada em Goiânia (0,16%). As reduções mais expressivas foram registradas em Cuiabá (-8,67%), São Luís (-6,14%), Brasília (- 5,49%), Belém (-5,38%), Rio de Janeiro (-5,32%) e Curitiba (-5,12%).
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