A possível ausência de Estêvão na Copa do Mundo de 2026 voltou a movimentar os bastidores da seleção brasileira e […]

Lesão de Estêvão reacende disputa por vagas e mantém Neymar sob avaliação
A possível ausência de Estêvão na Copa do Mundo de 2026 voltou a movimentar os bastidores da seleção brasileira e recolocou Neymar no centro das discussões. O atacante do Chelsea sofreu uma lesão muscular considerada grave e pode ficar fora do torneio, o que altera o planejamento do técnico Carlo Ancelotti a menos de um mês da convocação final.
O cenário já era desafiador após a confirmação da ausência de Rodrygo, também fora do Mundial. Ainda assim, a comissão técnica não trata a possível vaga aberta como garantia para o retorno de Neymar. Ancelotti já deixou claro que a presença do camisa 10 dependerá exclusivamente de suas condições físicas até a divulgação da lista, prevista para 18 de maio.
Antes da lesão, Estêvão era considerado titular no ataque, com a tendência de formar um quarteto ao lado de Raphinha, Vinícius Júnior e Matheus Cunha. Sua ausência abre uma lacuna importante, mas também intensifica a disputa entre jogadores que já vinham sendo observados.
Entre os principais candidatos à vaga, João Pedro aparece como favorito, seguido por nomes como Endrick, Igor Thiago, Richarlison, Igor Jesus e Rayan, este último em alta nos bastidores e entre torcedores.
A tendência é que a comissão técnica priorize atletas testados ao longo do ciclo recente, o que pode dificultar o retorno de Neymar. Internamente, há o entendimento de que a eventual ausência de Estêvão não necessariamente abre espaço para jogadores mais experientes, mas sim para nomes em ascensão e adaptados ao modelo atual da equipe.
Mesmo assim, a lista ofensiva ainda não está fechada. Ancelotti pretende convocar nove atacantes, sendo que sete já são considerados praticamente certos. Restariam, portanto, duas vagas em aberto — cenário que mantém Neymar na disputa direta com outros concorrentes.
Outra possibilidade em análise é a utilização de Neymar em uma função mais recuada, atuando como meia. Nesse caso, ele disputaria espaço com Lucas Paquetá e Andrey Santos.
Além do desempenho em campo, fatores extracampo também pesam na decisão. Há preocupação interna quanto à adaptação de Neymar a um eventual papel de reserva e ao impacto de seu entorno no ambiente da delegação — ponto considerado sensível no planejamento.
Enquanto isso, o jogador do Santos Futebol Clube busca provar que tem condições físicas para suportar uma sequência de partidas. As próximas atuações serão decisivas para convencer Ancelotti de que ainda pode contribuir na Copa.
